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IFRS + ESG: como a contabilidade se tornou a linguagem da sustentabilidade e do valor corporativo
Em 2024, algo revolucionário aconteceu no mundo corporativo: a contabilidade deixou de ser apenas sobre números financeiros e se tornou a linguagem universal da sustentabilidade. O International Sustainability Standards Board (ISSB) estabeleceu que os relatórios ESG seguirão os mesmos padrões rigorosos das demonstrações financeiras.
Os números da transformação:
Segundo o "Global ESG Survey 2024" da PwC:
83% das empresas do S&P 500 já publicam relatórios de sustentabilidade
Companhias com forte governança ESG têm 25% menos volatilidade de ações
Investidores institucionais destinam 89% de seus recursos para empresas com métricas ESG transparentes
A Nova Realidade do Mercado Brasileiro:
A B3 tornou obrigatório o relato ESG para empresas listadas. O Banco Central implementou a Resolução 4.945, exigindo gestão de riscos climáticos. A Receita Federal estuda incentivos fiscais para empresas sustentáveis.
O Contador como Chief Sustainability Officer:
Pesquisa da KPMG com 1.300 CEOs globais revela que 67% buscam contadores especializados em IFRS e ESG para liderar suas transformações sustentáveis. Esses profissionais ganham, em média, 42% mais que os contadores tradicionais.
Competências Essenciais:
Domínio das IFRS S1 e S2 (Sustainability Standards)
Interpretação de métricas de carbono e biodiversidade
Integração de dados financeiros e não-financeiros
Comunicação estratégica com stakeholders
Case de Sucesso: A Natura, pioneira em relatórios integrados no Brasil, aumentou seu valor de mercado em 156% nos últimos 5 anos, atribuindo 34% desse crescimento à transparência ESG liderada por sua equipe contábil especializada.
Fonte: Contábeis


